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Quanto custa bater o carro? Para a VOLKSWAGEN, cerca de R$ 400 mil a cada Crash Test
Pela primeira vez em sua história, a Volkswagen abriu as portas de seu laboratório de Segurança Veicular, um dos mais avançados da América Latina. A ideia foi mostrar alguns testes de segurança feitos em seus veículos, inclusive um crash test frontal, uma das exigências do programa de avaliação de carro novos para a América Latina e Caribe, o Latin NCAP.

Pela primeira vez em sua história, a Volkswagen abriu as portas de seu laboratório de Segurança Veicular, um dos mais avançados da América Latina. A ideia foi mostrar alguns testes de segurança feitos em seus veículos, inclusive um crash test frontal, uma das exigências do programa de avaliação de carros novos para a América Latina e Caribe, o Latin NCAP.

Cada crash test custa de R$ 300 mil a R$ 400 mil para ser feito em um carro de linha, valor que pode ultrapassar R$ 1 milhão quando se fala em protótipos. Como são feitas simulações de colisão com cerca de 350 carros por ano, o gasto anual médio da montadora fica em R$ 140 milhões.

Por isso cada detalhe é verificado diversas vezes para que nada dê errado - a preparação de toda a instrumentação do veículo e dos dummies leva cerca de duas semanas.

Todos os testes foram feitos com o SUV T-Cross, modelo mais recente da marca a receber cinco estrelas para a proteção de adultos e crianças. Além das provas exigidas no programa, a montadora faz outras simulações que deverão fazer parte das exigências do Latin NCAP a partir de 2025.

Afinal, o programa latino-americano ainda não é tão avançado quanto o europeu - a defasagem é de quatro anos.

A iniciativa ocorre no mês em que as discussões sobre segurança veicular estão em pauta graças ao Maio Amarelo, movimento mundial criado para conscientizar a população sobre o alto índice de mortos e feridos em acidentes de trânsito.

No Brasil, mais de 41 mil pessoas morreram nas ruas e estradas do país em 2017, uma média de 112 pessoas por dia. Dos cerca de 300 mil leitos atendidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde), 50% são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito.

Personagens de destaque dessa bateria de testes são os conhecidos dummies, bonecos colocados dentro dos veículos durante as colisões usados para medir as possíveis lesões causadas em um ser humano durante um acidente.

Os bonecos são monitorados com transdutores que fornecem dados da reação do corpo a impactos, acelerações, deflexões, entre outras forças.

Para os testes de Latin NCAP são utilizados dummies de 75 kg e 1,75 m de altura, a média da população. Há também as versões infantis dos bonecos, que representam crianças de um ano e meio e de três anos.

A Volkswagen, porém, usa ainda manequins de outras padronagens de peso e altura para obter resultados das simulações em pessoas de diferentes tipos físicos.

Apesar de as exigências do Latin NCAP abrangerem impacto frontal, lateral e lateral contra poste, a empresa realiza outras dezenas de testes de impacto. Entre eles há o que abrange a segurança de pedestres.

Uma esfera de 3,5 a 4,5 kg representando a cabeça do indivíduo é projetada com força sobre o capô ou o pára-brisa do veículo, simulando o movimento que o corpo faria em caso de atropelamento com velocidades de até 40 km/h.

O grau de deformidade dos componentes é estudado e desenvolvido para minimizar os riscos de uma lesão grave na cabeça. Para os pedestres há também avaliações que checam os danos nas pernas e na região da pélvis causados pela parte frontal do veículo.

Já o sled test, ou teste de trenó, avalia as consequências de um acidente para os ocupantes do veículo, especialmente no que diz respeito aos sistemas de retenção: cintos, pré-tensionadores, limitadores de força, coluna de direção com sistema absorvedor de energia, assentos com apoios de cabeça e airbags.

O trenó simula qualquer tipo de impacto e desaceleração sem a necessidade de um crash test completo.

A mais aguardada simulação feita pela montadora, porém, foi o crash test a 64 km/h contra uma barreira deformável descentrada - ou seja, simulando uma batida frontal entre dois carros que ocuparia 40% da dianteira de cada um deles, situação mais comum em ruas de mão dupla, por exemplo.

Apesar de a velocidade ser de 64 km/h, o resultado seria como o de um impacto em que os dois veículos estivessem a 52 km/h ou um deles a cerca de 100 km/h e o outro parado.

Após o impacto, foi possível observar que o habitáculo permaneceu intacto e todos os dispositivos de segurança, como cintos e airbags, atuaram de forma correta. Na traseira, os dummies-bebês se mantiveram presos às cadeirinhas infantis sem que elas se deslocassem no interior da cabine.

Todos esses testes passam por simulações feitas em computador antes de se tornarem reais. Dados como materiais utilizados, forças de arrasto e de sustentação, medidas, ângulos, pesos, entre outros, são inseridos em um programa e enviados a um supercomputador na sede da Volkswagen na Alemanha, onde são processados.

Os resultados podem demorar até 50 horas para serem enviados, dependendo do tipo de teste. A compatibilidade com os resultados reais ficam entre 80% e 90%.



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Fonte: Revista Auto Esporte



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